Pastorais

Reuniões toda 3ª quinta-feira do mês às 20:00 hs.
Coordenação Geral, Contato: Carol e Cleuti. 

1. O Matrimônio é “a íntima comunhão de vida e de amor conjugal que o Criador fundou e dotou com suas leis próprias”, e nasce “do ato humano pelo qual os cônjuges se doam e recebem mutuamente” (GS 48). Portanto, apesar das variações que sofreu ao longo da história nas diferentes culturas, não é uma instituição meramente humana (cf. CaIC 1603).

2. Todo matrimônio tem um profundo significado no processo de desenvolvimento integral da pessoa humana: corpo, mente, espírito e relações sociais. “A salvação da pessoa e da sociedade humana está estritamente ligada ao bem estar da comunidade conjugal e familiar” (GS 47,1).

3. No aspecto religioso, a História da Salvação assume a união matrimonial como a imagem e símbolo da aliança que une Deus ao seu povo. Entre os cristãos o Matrimônio assume um significado novo e original, proveniente da oferta total e definitiva de Jesus na Cruz pela Igreja e pela humanidade inteira; assim, “o matrimônio dos batizados torna-se símbolo real da Nova e Eterna Aliança, decretada no Sangue de Cristo. O Espírito, que o Senhor infunde, doa um coração novo e torna o homem e a mulher capazes de se amarem, como Cristo nos amou” (FC 13).

4. “A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, e foi elevada, entre os batizados, à dignidade de Sacramento, por Cristo Senhor” (CaIC 1601). “O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de ‘Igreja doméstica’, comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã” (CaIC 1666). A família deve ser considerada como eixo da ação pastoral e célula vital da Igreja e da Sociedade.

5. A consciência e a preparação para o Sacramento do Matrimônio se cultivarão através da Pastoral Familiar nos seus diversos níveis e em sintonia com as outras pastorais, movimentos e serviços familiares. A Pastoral Familiar se define como ação que se realiza na Igreja e com a Igreja, de forma organizada e planejada, por meio de agentes específicos, com metodologia própria. Tem como objetivo a evangelização da família para que, educada no amor, possa ser transmissora da fé, formadora da personalidade, promotora do desenvolvimento e do senso comunitário. A família deve ser ajudada a alcançar suas metas fundamentais e permanentes: viver, crescer na fé e aperfeiçoar-se como comunidade de pessoas; ser “santuário da vida”, ser “célula primeira e vital da sociedade” e ser “Igreja doméstica” e “Igreja missionária”.

A Pastoral Familiar é organizada em três setores: Setor Pré-Matrimonial, Setor Pós-Matrimonial e Setor Situações Especiais.

6. A preparação remota para o matrimônio desenvolve-se dentro da própria família que é a primeira escola dos futuros pais e mães. A Pastoral Familiar, em comunhão com outras pastorais, procure ajudar as famílias a viverem dentro dos lares os valores do Evangelho e a educarem os filhos na fé.

7. A preparação próxima para o matrimônio trabalha junto aos noivos, instruindo-os para o Sacramento do Matrimônio e para a vida familiar cristã. Esta é a função da “Equipe de Preparação dos Noivos” e que deve estar integrada na Pastoral Familiar para que se evitem ações paralelas.

8. Fazem parte integrante desta Equipe de Preparação de Noivos: o Pároco, o Vigário Paroquial, os diáconos e os leigos convocados para isto.

9. Depois de tudo pronto, inclusive o processo matrimonial, é necessária a preparação imediata para o Matrimônio. Esta deve ter em conta que os noivos devem ser preparados quanto ao sentido e aos momentos da celebração, quanto aos ritos e aos detalhes que os compõem – leituras, músicas, corais que valorizem o sentido litúrgico e religioso, escolha de fórmula de consentimento, ensaios, padrinhos, assinaturas, flores, enfeites, filmagens etc.

10. A equipe de preparação imediata tem a missão de ajudar o Pároco, os noivos e os familiares na preparação da Celebração do Matrimônio e na preparação espiritual de todos para que a celebração seja frutuosa. Os noivos devem fazer com antecedência a sua confissão sacramental particular. Também os familiares e padrinhos sejam incentivados a se prepararem através do sacramento da penitência.

11. O Encontro para Noivos (evite-se falar de curso de noivos) deve preceder pelo menos de três meses a celebração do casamento. Os já casados no civil também sejam devidamente preparados para uma celebração frutuosa do matrimônio.

12. A duração mínima dos encontros seja de doze horas, distribuídas em várias noites ou fins de semana, servindo-se do testemunho de casais cristãos, recursos áudio-visuais, grupos de reflexão e outros recursos que ajudem os participantes a compreenderem o passo que estão dando e as vantagens da fé em suas vidas.

13. Entre os temas essenciais que devem ser abordados, são destacáveis os seguintes: o amor conjugal; o conhecimento de si mesmo e do outro; o diálogo; o exercício da sexualidade humana; o planejamento familiar e os métodos naturais de controle da natalidade; o Sacramento do Matrimônio, os aspectos jurídico-canônicos do Matrimônio. Sejam abordados também os temas opcionais: relacionamento com a família do outro cônjuge; comunhão de bens – como administrar; oração do casal; a Sagrada Família; dedicando tempo à família; educação dos filhos; alcoolismo e conseqüências para a família; dependência química; a influência dos amigos na relação do casal; adoção de crianças ou idosos – outra forma de exercer a paternidade e a maternidade, (cf. CNBB, 2002, “Guia de Preparação para a Vida Matrimonial”, págs. 19ss).

14. Nas cidades com várias paróquias, combinem os párocos para que haja Encontros para Noivos todos os meses do ano. É conveniente que os Encontros para Noivos sejam encerrados com a celebração da Eucaristia e os noivos, apresentados à comunidade. Sejam entregues certificados que os habilitem para o casamento em qualquer paróquia da Diocese.

15. Além dos encontros antes referidos, seja oferecida a grupos de noivos uma preparação mais completa que possibilite, além de uma reflexão sobre os temas, uma convivência entre os noivos, experiência de oração e a tão almejada continuidade com os recém-casados.

16. O Processo Matrimonial deve ser iniciado com antecedência de pelo menos três meses. Inicia-se na secretaria com o preenchimento dos dados informativos.

17. A entrevista com os noivos seja feita pelo Pároco, Vigário Paroquial ou Diácono, e seja individual, verificando as motivações profundas para o casamento. No final sejam dados esclarecimentos ao casal de noivos, abordando os elementos necessários para a validade do casamento.

18. São necessários os seguintes documentos para anexar ao processo matrimonial: certidões recentes do Batismo (validade de seis meses), certificado do Encontro de Preparação para a Vida Matrimonial, documento de Identidade; se viúvos, o atestado de óbito referente ao casamento anterior e, se for o caso, as dispensas de possíveis impedimentos.

19. O casamento civil deverá preceder o casamento religioso. Somente o Bispo Diocesano pode dispensar do mesmo, por razões especiais. É permitido também o casamento religioso com efeito civil.

20. Somente o Bispo e o seu Vigário Geral poderão dar as necessárias dispensas de impedimentos. Para obtê-las, enviar com a devida antecedência o processo matrimonial à Chancelaria da Cúria Diocesana, assinalando as dispensas ou as licenças assinadas pelo Pároco.

21. Os proclamas sejam feitos oralmente perante toda a comunidade ou afixados, durante três semanas, em lugar bem visível, à entrada da Igreja, do local onde residem os noivos. Em caso de legitimação, verificado o estado civil do casal, pode-se pedir ao Bispo a dispensa dos proclamas.

22. É direito dos noivos casarem-se na igreja matriz ou em qualquer outra capela ou oratório aberto ao culto público, em sua paróquia ou outra. Neste caso seja-lhes dada a transferência do casamento; no caso de ser outra Diocese, a Habilitação Matrimonial.

23. Para a transferência do casamento seja usado o formulário próprio “Licença para casar em outra Paróquia da Diocese”. Realizado o Matrimônio, seja registrado o casamento na paróquia em que foi realizado e devolvendo a cópia da ata à paróquia de origem do processo para o arquivamento. A paróquia em que se realizou o casamento notifique, de imediato, às paróquias em que os nubentes foram batizados.

24. Os párocos estejam atentos em relação à delegação que deve ser por escrita, ao ministro que presidirá a celebração, pois são nulos os casamentos realizados sem a necessária jurisdição nominal. A ata deve ser assinada pelo celebrante, pelo novo casal e por, ao menos, duas testemunhas.

25. Na Diocese de Jundiaí, somente os presbíteros e diáconos poderão assistir aos casamentos religiosos como testemunhas qualificadas. O Rito Sacramental do Casamento seja celebrado segundo as normas litúrgicas e em clima de fé.

26. É expressamente proibida a realização de casamentos religiosos em oratórios particulares, em residências, fazendas ou chácaras, em clubes e outros ambientes não religiosos.

27. Os casamentos podem ser celebrados em qualquer tempo litúrgico, exceto no Tríduo Sacro da Semana Santa, levando-se em conta o espírito do tempo litúrgico.

28. Os noivos evitem toda e qualquer ostentação e exagerada pompa. Os párocos orientem os noivos para que a ornamentação permaneça a mesma para os casamentos do mesmo dia, evitando-se injustificadas discriminações. As músicas sejam sacras ou clássicas, não se permitindo músicas de novelas, filmes ou outras de caráter profano.

29. Após a celebração do matrimônio as paróquias procurem dar o devido acompanhamento e assistência aos recém-casados através da Pastoral Familiar com sua estrutura própria e os demais organismos pastorais.

30. Recebam também a devida atenção pastoral das paróquias e especificamente da Pastoral Familiar através do seu setor de situações especiais as famílias incompletas, solitários, viúvos, divorciados, recasados, casais em segunda união, migrantes, abandonados, mães solteiras, casados só no civil etc.

31. Os párocos, vigários paroquiais e diáconos permanentes estejam sempre preparados para orientação segura dos fiéis no que diz respeito à moral cristã, sobretudo em relação aos temas polêmicos da atualidade, tais como relações pré-matrimoniais, controle de natalidade, fecundação artificial, uso de práticas abortivas, eutanásia, homossexualidade etc. Para isto a Pastoral Familiar poderá prestar um bom serviço de assessoria.

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É uma Pastoral de Misericórdia e Verdade, com a renúncia consciente
dos Sacramentos do Matrimônio, Penitência e Eucaristia.
Implantada na Paróquia de Santa Tereza desde 26/05/2009,
se reúnem em grupos quinzenalmente.
Contato: Adriana e Rodrigo 3342 8235 ou
Vanuza e Alexandre 3341 2110
e-mail: segundauniaonews@hotmail.com

32. A respeito dos casais em segunda união, leve se em conta, em toda a Diocese, as recomendações e sugestões pastorais divulgadas após a Assembléia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, quanto à situação de católicos divorciados vivendo uma segunda união, publicadas em 8 de março de 1997. (L’Osservatorie Romano, ed. portuguesa, pág. 8).

33. Atente-se que os insucessos matrimoniais, em geral, são uma fonte de sofrimento, sobretudo para aqueles que vêem desvanecer o projeto do seu amor conjugal. A Igreja é sensível ao sofrimento dos seus membros. Ela, assim como se alegra com os que vivem na alegria, de igual modo chora com aqueles que choram (cf. Rm 12, 15).

34. Além disso, os filhos dos separados e dos divorciados têm, em geral, necessidade de alguma atenção específica, sobretudo no contexto da catequese, para que não se sintam discriminados.

35. Deve se, também, prover uma assistência pastoral para aqueles que se dirigem ou poderiam dirigir se ao juízo dos Tribunais Eclesiásticos para a possível declaração de nulidade do seu matrimônio.

36. Não se deve esquecer que muitas vezes as dificuldades matrimoniais podem degenerar em drama, se os esposos não têm a vontade ou a possibilidade de abrir se, quanto antes, com uma pessoa (sacerdote ou leigo competente), para se deixarem ajudar a superá las.

37. Quando os cristãos divorciados passam a uma união civil, a Igreja, fiel ao ensinamento de Nosso Senhor, não pode exprimir sinal algum, público ou privado, que pareça uma legitimação da nova união, como por exemplo: bênção do casal, das alianças, celebrações da Palavra, ou simples orações dirigidas por presbíteros ou diáconos. Até mesmo a presença de ministros ordenados, como convidados, a festas de casamento que não sejam o Sacramento do Matrimônio, pode gerar interpretação errônea.

38. Os casais em segunda união são convidados a iniciar um caminho rumo ao Cristo mediante um diálogo de fé com o novo parceiro, estabelecendo uma vida de oração, de participação litúrgica na comunidade, mesmo não podendo receber o Sacramento da Reconciliação e da Comunhão Eucarística. Tão logo seja possível, legalizem sua situação perante a Igreja.

39. Como ressalta o Santo Padre o Papa João Paulo II: “Estes homens e estas mulheres saibam que a Igreja os ama, não está longe deles e sofre pela sua situação. Os divorciados novamente casados são e permanecem seus membros, porque receberam o batismo e conservam a fé cristã”.

Temos ativas em nossa Paróquia, mais…

Preparação para Noivos – Setor Pré Matrimônio

A Pastoral de Casais em Segunda União,
Grupo Jesus Misericordioso
é colaborador da Preparação para Noivos,
Setor Pré-Matrimônio, à favor da indissolubilidade
do Sacramento do  Matrimônio.

Reuniões à agendar com noivos
Contato: Osvaldo e Lurdinha.

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Evangelização de Casais – Setor Pós Matrimônio

Reuniões semanais para estudo
nas casas dos casais participantes.
Coordenação Geral, Contato: Viviane e Helinho

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Coordenação Geral, Contato: Sandra e Rodrigo.

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Catequese Familiar

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Reuniões semanais para estudo
no Salão de Cursos São Judas Tadeu a partir das 19:30hs.
Coordenação Geral, Contato: Priscila e Edson.

Encontro das Famílias nos Setores

Reuniões toda segunda-feira às 19:30 hs.

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Pastoral da Pessoa Idosa

Reuniões toda 3ª quinta-feira do mês às 20:00 hs.
Coordenação Geral, Contato: Adailton e Natália. 

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Pastoral da Crisma

Coordenação Geral para Adultos, Contato: Zé Maria e Elza. 

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Ado-Cris – Adolecentes em Cristo

Reuniões toda terça-feira às 18:30 hs.

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Pastoral da Catequese

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JM – Jovens em Missão

Grupo da Comunidade da Vila Izolina,
pertencente à Paróquia Santa Tereza,  que realiza
encontros para evangelização de jovens.
Reuniões todo domingo às 18:30 hs.

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Pastoral do Batismo

Coordenação Geral para adultos, Contato: Zé Castilho e Vilma. 

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Apostolado da Oração

Reuniões todo 1º domingo do mês às 14:00 hs.

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Estudo Bíblico

Grupos que se reúnem semanalmente nas diferentes comunidades
da paróquia para reflexão de temas variados da Bíblia Sagrada.
Reuniões na Matriz toda quarta-feira às 20:30 hs.

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Grupo de Oração

Reuniões toda terça-feira às 20:00 hs.

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Pastoral do Dízimo

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Pastoral Vocacional

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Pastoral da Música

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Pastoral da Comunicação

Realiza os programas Ave Maria na TV Cidade e
Programa Santa Tereza na Rádio Ibitinga,
além dos demais informativos para evangelização e
divulgação das atividades da Paróquia.
Contato: Sérgio, e-mail: sergioacquarone@yahoo.com.br

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Pastoral de Liturgia

Prepara as celebrações das comunidades da Paróquia,
organizando leituras, orações, parametros, leitores, etc.
Reuniões toda sexta-feira às 17:30 hs.

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Pastoral da Sobriedade

Grupo Nossa Senhora da Piedade
da Pastoral de Casais em Segunda União
é colaborador da Pastoral da Sobriedade
na luta em respeito à vida, contra às drogas.

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Pastoral da Visitação

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Pastoral da Ecologia – Cuidando do Meio Ambiente

Grupo Nossa Senhora dos Navegantes
da Pastoral de Casais em Segunda União
é colaborador da Associação Nossa Senhora dos Navegantes
na luta em defesa da ecologia e do meio ambiente.

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Equipe de Festejos

Organiza ou orienta os organizadores dos festejos das comunidades
para comemorarem o dia dos seus padroeiros ou outras ocasiões especiais.

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PRECISANDO DE AJUDA?


Responses

  1. que a paz do Senhor esteja com todos nós

  2. nice review over here.

    bom comentário aqui.


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